Grupos Maristas do RS

Vivemos em missão, seja ela qual for!

Mística da PJM,
São Marcelino Champagnat marcou muitas vidas, ao longo da história, por ter visualizado uma missão clara diante de seus olhos após o encontro com o jovem Montagne: a de evangelizar. Por sua bondade, humildade e simplicidade aliadas a um sonho, nosso Fundador ainda hoje se faz presente através de seus ensinamentos e valores na vida de diversas pessoas como um exemplo a ser seguido. Dentre tantos dos seus olhares, sempre buscou a solidariedade como fonte e guia em suas atitudes, pensando no/a próximo/a com o olhar da compaixão. 
 
É possível atribuir diversos sentidos à palavra missão. Podemos, a partir dela, planejar o futuro refletindo sobre nossos objetivos e aonde queremos chegar; praticar a solidariedade na busca em auxiliar pessoas por meio da partilha de dons pessoais ou bens materiais; ser voluntário/a sendo sensível às necessidades dos/as outros/as; servir ao próximo/a; fazer descobertas na promoção da vida, justiça e paz e, com tudo isso, vivenciar novas experiências. 
 
Muito do que vivemos hoje um dia foi uma missão de alguém. Tomamos por exemplo a Rede Marista e em especial a PJM, que era um sonho de Champagnat, direcionado a nós, jovens e adultos, que hoje se concretiza ao estar em constante missão e movimento, incentivando, auxiliando e nos conduzindo para o mesmo olhar que nosso fundador possuía: o olhar da compaixão em direção à Civilização do Amor
 
Seja qual for a sua missão, é importante lembrar que, com o processo da concretização das ações, ela molda o futuro, modifica olhares, preenche vidas e, principalmente, inspira tantas outras a saírem do planejamento para a execução. É semelhante a um ciclo, em que receber e doar é fundamental. “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”. João 3.17
 
Estar em missão é estar em constante movimento e transformação. É viver em busca. É vivenciá-la de corpo e alma, sem julgamento ao próximo/a. É praticar pequenas ou grandes atitudes. É o grande ato de abraçar. É o simples ato de partilhar um bem material. É reconhecer que o grandioso se torna pequeno frente ao mundo de hoje, e que o pequeno é realmente grandioso.  É desejar o bem lutando pela causa e se permitir observar as mudanças permanentes em si mesmas que deixarão uma inquietude inexplicável de querer fazer sempre mais, lutar mais, sonhar mais. Vivemos em constante missão, seja ela qual for. 
 
Proposta de reflexão em grupo:

Como descobrimos e como praticamos a nossa missão?
Cada integrante do grupo, de forma individual, sinta-se à vontade para dizer qual é a sua missão e como se sente vivenciando-a.

Qual a missão do grupo?
Juntos/as, e de maneira espontânea, pode-se refletir sobre como estão os objetivos de cada um/a, sonhos, determinações; quais as suas limitações ao avançar na missão, qual é o seu principal propósito e aonde querem chegar. 
 
Como apoio, pode-se escutar a música Homenagem aos Voluntários.
 
Texto: Anne Caroline Stroeik | Animadora da Equipe Provincial da PJM 2017.