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Altas da violência 2016

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Fonte: Juventude.gov.br

Na manhã do dia 05/04, durante evento no Rio de Janeiro (RJ), foi divulgado o Atlas da Violência 2016.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apresentou uma analise dos números mais atuais sobre a evolução dos homicídios por macrorregiões, unidades da federação e microrregiões, em decorrência de armas de fogo, por violência policial e sobre homicídios de afrodescendentes, mulheres e jovens.

A apresentação foi feita por Daniel Cerqueira, técnico de Planejamento e Pesquisas do instituto e por Olaya Hanashiro, coordenadora de Projetos do FBSP.
Em nota, os pesquisadores dizem que a violência letal no país é um tema que deveria ser prioritário para as políticas públicas e que a compreensão do fenômeno e de suas causas, bem como o acompanhamento das dinâmicas em suas diversas faces e a mobilização para a mitigação do problema são tarefas continuas, que devem envolver não apenas as autoridades, mas toda a sociedade civil.

Apenas em 2014, segundo os registros do Ministério da Saúde, 59.627 pessoas sofreram homicídio no Brasil. A incidência do fenômeno dos homicídios ocorre de maneira heterogênea no país não apenas no que diz respeito à dimensão territorial e temporal, mas no que se refere às características socioeconômicas das vítimas.

Pelas informações disponíveis, a partir de 2008 parece que se alcançou um novo patamar no número de mortes, que tem evoluído de maneira bastante desigual nas unidades federativas e microrregiões do país, atingindo crescentemente os moradores de cidades menores no interior do país e no Nordeste, sendo as principais vítimas jovens e negros.